domingo, 26 de janeiro de 2020
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Política

25/12/2019 às 12h58

99

Rodrigo Mario

Valança / BA

Após governo cassar aposentadoria, Gabrielli vai recorrer à Justiça: 'Perseguição política'
Após governo cassar aposentadoria, Gabrielli vai recorrer à Justiça: 'Perseguição política'
 Após governo cassar aposentadoria, Gabrielli vai recorrer à Justiça: 'Perseguição política'


Após governo cassar aposentadoria, Gabrielli vai recorrer à Justiça: 'Perseguição pApós governo cassar aposentadoria, Gabrielli vai recorrer à Justiça: 'Perseguição política'




por João Brandão





Após governo cassar aposentadoria, Gabrielli vai recorrer à Justiça: 'Perseguição política'
Foto: Antonio Cruz/Agencia Brasil




Após ter a aposentadoria cassada pelo governo Bolsonaro, o ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli afirmou ao Bahia Notícias que vai recorrer da decisão na Justiça "contra esta absurda decisão de perseguição política".

"Minha aposentadoria é resultado de 36 anos e dois meses de vínculo com a UFBA e portanto não tem nada a ver com a Petrobras", justificou.

O baiano ficou à frente da estatal entre 2005 e 2012, durante as gestões Lula e Dilma, e é investigado pelo Tribunal de Contas da União em processo que apura superfaturamento de obras da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.

"Em relação aos fatos relacionados com a empresa, não há qualquer indiciamento criminal e as investigações no âmbito do TCU são ainda investigações sem conclusões. A minha aposentadoria da UFBA é minha única fonte de renda e, portanto, esta absurda decisão da CGU é a condenação à morte econômica. Vou lutar até o limite pelos meus direitos", se defendeu.








 



 


por João Brandão





Após governo cassar aposentadoria, Gabrielli vai recorrer à Justiça: 'Perseguição política'
Foto: Antonio Cruz/Agencia Brasil




Após ter a aposentadoria cassada pelo governo Bolsonaro, o ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli afirmou ao Bahia Notícias que vai recorrer da decisão na Justiça "contra esta absurda decisão de perseguição política".

"Minha aposentadoria é resultado de 36 anos e dois meses de vínculo com a UFBA e portanto não tem nada a ver com a Petrobras", justificou.

O baiano ficou à frente da estatal entre 2005 e 2012, durante as gestões Lula e Dilma, e é investigado pelo Tribunal de Contas da União em processo que apura superfaturamento de obras da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.

"Em relação aos fatos relacionados com a empresa, não há qualquer indiciamento criminal e as investigações no âmbito do TCU são ainda investigações sem conclusões. A minha aposentadoria da UFBA é minha única fonte de renda e, portanto, esta absurda decisão da CGU é a condenação à morte econômica. Vou lutar até o limite pelos meus direitos", se defendeu.








 

Quarta, 25 de Dezembro de 2019 - 10:00


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